O texto do Natal parece que irá balizar meu ano de 2026 para uma cura muito importante em mim: olhar o que a pessoa sofre. Essa capacidade do amor ancorado na pessoa não tem acontecido em mim. Estou ensimesmado - preso em mim. Então, tendo a ficar na aparência, no que é dito, num senso de justiça próprio que busca mínimo esforço com o outro e exagera no esforço consigo mesmo por causa de uma narrativa interna da minha existência bastante pautada nas minhas dificuldades. Isso preciso mudar. Tânia me ajudou! Metas estabelecidas...
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Ás vezes um post interessante.
segunda-feira, janeiro 26, 2026
segunda-feira, janeiro 19, 2026
Tudo me pede para escrever
Quando medito aparece: escreva. Na meditação do Kriya Hatha Yoga de Babaji. Na auto leitura da aura... também. Preciso voltar para esta prática que me acompanhou por tantos anos de uma forma tão natural. A vida adulta parece que me faz pensar e querer demais. Mais do que quando era adolescente e, dizem, estava na fase de querer o mundo. Parece que, na verdade, agora que é que eu quero demais realmente. Mais detalhes, mais preocupação com o motivo, qualidade do texto, tudo contar sem perder detalhe e, assim, nada conto. Um "prendimento"... Falta-me o desprendimento que eu tinha. Estou exercitando-o agora. Que eu possa escrever mais! Vou colocar aqui meu texto do Natal recente do fim de 2025... no próximo post.
quinta-feira, dezembro 25, 2025
O Fluxo do Amor e a Liberdade da Misericórdia
Às vezes, esperamos um espaço para o amor. Diante de uma situação que revela a necessidade de cuidado, sentimos o impulso de ajudar, mas ficamos aguardando o momento oportuno, uma brecha ou um convite formal. Ao não nos integrarmos à situação, deixamos de contribuir com a possibilidade de amar que vislumbramos.
Esperar para amar é não amar; é interromper.Interrompemos com pensamentos o fluxo de amor que quer passar por nós. Muitas vezes, esse excesso de pensamento é apenas uma contenção do amor disfarçada de prudência. O amor não perde tempo: ele alimenta. O medo de “não ser o momento certo” acaba sendo a paralisia que impede o bem de acontecer.
Isso conecta-se a um aprendizado profundo sobre a diferença entre justiça e misericórdia. Enquanto a Justiça foca no mérito — dar à pessoa o que lhe pertence ou o que é justo —, a Misericórdia foca na carência — dar à pessoa o que ela precisa, independentemente de ser “justo” ou não.
A misericórdia está muito mais conectada ao amor de Cristo do que a justiça — que, embora seja uma forma de amor, é um “amor menor” diante da imensidão da graça. A justiça olha para o que a pessoa merece; a misericórdia olha para o que a pessoa sofre.
Não abrir espaço imediato para o ato de amar é deixar o caminho ocupado pela nossa própria falta. No fim, se não preenchemos o espaço com o amor, ele não fica vazio; ele fica preenchido pela nossa omissão.
quinta-feira, dezembro 26, 2024
Post de Natal no insta
É falado que Jesus ensinou o poder do perdão. Eu concordo. Mas penso que o perdão veio pelo motivo de honrar a vida. Não desperdiçar o grande valor que é a vida. Per-dão. Já ouvi falar que a palavra perdão pode ser entendida como uma “perda grande”: perdão. Gosto de pensar que é “dar ao permanente”. Ou seja, aceitar o acontecido, entregando ao permanente, entregando a Deus. Com isso conseguimos deixar no passado o que é do passado, parar de remoer as coisas e focar no que precisa ser feito no agora. Voltando a ter o peito disponível. Que neste Natal, o Amor encarnado possa iluminar nossas cabeças, encher nosso peito de amor e perdão, nos inspirar a pensar como amar e perdoar em cada gesto!
Reflexão de Natal
Jesus ensinou o poder do perdão. Uma capacidade de persistir com a Vida. Se somos um planeta que veio de uma explosão chamada bigbang, podemos ser também o corpo, um planeta corpo, que veio de um orgasmo humano dos nossos pais: bigbang. A vida quer explodir. No sentido de não haver barreiras, divisões entre o que é Vida e o que não é. Tudo é Vida. Mas esquecemos. Uma pedra, um rio, uma árvore, o ar é Vida. Deveríamos voltar a dialogar com esses seres como fazem os povos originários. A Vida vai em tudo. E perdoar é reconhecer que há vida até no que nos ofendeu, até no que foi contra a Vida. Essa vida merece continuar a explosão cósmica de existir. É nessa explosão que devemos nos ligar, pois ela é o Amor e o Amor é Deus. Deus não é a calma e nem a agitação. Não é a fome e nem a saciedade. A Vida que vai no outro é a mesma que vai em mim. Toda pessoa tem Deus dentro de Si. Quando a Ele reconhecemos no outro e O amamos, podemos ser Deus amando Ele mesmo no outro, assim como Ele fez ao se tornar homem e amar Ele mesmo em nós. Enquanto somos a Vida, não há divisão. Ao mesmo tempo, essa vida única se manifesta das maneiras mais diversas possíveis. Só aqui nesse planeta azul, ela é todos os biomas incríveis e impossíveis de serem todos conhecidos todos por um ser humano. Amar também é brigar pelo direito da manifestação plural. Neste Natal, desejo que a Vida, que pulsa em nós, continue! Que possamos sair dos diálogos internos do auto julgamento exagerado e nos conectamos à Vida exercendo o perdão em nós mesmos inclusive. Que possamos dialogar com todas as manifestações, a começar por falar com nossas plantas e as águas das nossas cidades. Para seguirmos leves e com coragem de fazer o que precisa ser feito num jeito próprio de ser Cristo renascido. Momentos de entrega e consciência ao escolher amar.
sábado, novembro 30, 2024
Inspiração com Tânia
Ao mesmo tempo que perdesse a ilusão do medo,
Verificando suas transparências,
Também perderia o medo da morte,
Gozando da morte do medo
Da graça das horas
Da voz do jardineiro me chamando
Quando eu
ia
em areias da ampulheta inocente procurando o corpo do Amor que já fora sublimado e em tudo está
sexta-feira, janeiro 12, 2024
Ao terminar de ler A Natureza da Mordida
quinta-feira, outubro 12, 2023
Dia de Nossa Senhora Aparecida
12/10/2023. Dia de Nossa Senhora Aparecida. Em 1717, num rio barroso, foi pescada, a Esperança. A carruagem da fé, que leva o filho do amor. Outubro é mês das crianças e de Nossa Senhora Aparecida. É fácil entender das crianças como símbolos da esperança. São elas a humanidade do futuro, trazem o novo, que pode ser melhor. Nossa Senhora Aparecida também é esperança.
Na história dela, que também é uma mensagem do céu, três pescadores foram com alguma esperança, pescar peixes fora de época para a festa do governador, no Rio Paraíba, um rio barroso. Pediram a ajuda dos céus e, com várias tentativas, nada veio. No contínuo esforço humano, lançaram a rede mais uma vez e veio o corpo de uma imagem. Lançaram outra vez e veio a cabeça. Montaram a imagem. Lançaram mais uma vez e vieram os peixes, que não vinham, vieram em abundância.
Às vezes, nossa vida está um rio barroso. Os pensamentos turvam o nosso sentir. Mas pedindo ajuda e nos esforçando em encontrar o que nutre nossa alegria, podemos ser agraciados. A chave de Nossa Senhora Aparecida é vir primeiro o corpo, o feminino, o real, o sentir, e, após, vir a cabeça, o racional, o masculino, o agir. Não o contrário.
Colocar nossa cabeça no corpo do real possibilita as ações que geram os Milagres. Sentir, estar presente, para depois pensar a serviço das demandas do agora. Integração hierarquizada no feminino assim como é a vida humana. Primeira no útero e, depois, no mundo.
Na natureza, o Reino vegetal ancora no planeta a capacidade do sentir. Isso é a sua missão. Uma planta nunca duvida. Ela age, cresce, se entorta na esperança de luz e de água. Assim também podemos ser. Uma vida de Esperança. Geradora de milagres e liberta no real, encarnada, milagrosa.
E quando somos nossa senhora em nossa vida? Quando, assim como ela, geramos um amor Divino, que vai além das capacidades humanas. Um amor que integra, supera, a tudo considera. Sente, antes de agir. Expandir nossas fronteiras. Quando entregamos para a luz do mundo esse amor fraterno, supra-humano, livre dos desejos egoístas, permitimos nossa senhora ser em nós. E Jesus nasce novamente. Que seja Natal diariamente.
quarta-feira, novembro 23, 2022
O amor que fala de mim.
Bobo, eu não escuto.
Deixo ele passar sem perceber.
Assim, o coração bate meu fim.
E da vida eu descuido.
Meus dedos de apego são só doer.
na minha existência sem caminho.
segunda-feira, março 28, 2022
Reconhecendo um "não-ver cômodo" para com algumas pessoas
De repente, mais se abriram os meus olhos. Sempre tive uma reduzida área para a conscientização dos relacionamentos sociais dentro de mim. Como que um desimportância deles. Como se coubesse no meu conhecimento um número limitado de pessoas. Mais que um x, eu já não dou conta. O que me faz admirar muito os líderes que conseguem lembrar de tantas pessoas e espíritos que cruzaram seu caminho. Eu tive muito tempo um hábito de associar uma pessoa a um tipo de forma, que dentro mim fazia com que praticamente duas ou mais pessoas fossem a mesma (a mesma forma) e completamente substituíveis uma pela outra. Por exemplo, conheço uma pessoa superficialmente e ela desaparece da minha vida. Quando aparece uma outra parecida fisicamente ou energeticamente; é como se ela ocupasse o mesmo lugar daquela pessoa e dentro de mim são como a mesma coisa (não-pessoa). Hoje percebi o quanto já fiz isso e simplesmente matenho um molde dentro mim no qual coloco a pessoa ali e não me relacionando com ela. Apenas me relaciona com essa forma-imagem que é conhecida e não traz novidades. Logo a pessoa real não tem espaço real, não é vista realmente, não há conexão. Uma maneira de não ter contato real.
terça-feira, março 08, 2022
Mulheres (dia das mulheres 08/03/2021)
Misericórdia
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Tratando um pouco sobre o sobrenome que mais me sobressai Há um mês e seis dias atrás, o lucas amigo da incrível foto aí, deu uma comunidade...
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